Celebrando a cultura popular e ancestral da cerâmica numa comunidade da Bahia

Livro "Maragogipinho: As vozes do barro" tem campanha promocional de pré-venda e vai destinar parte da tiragem para Associação dos Oleiros de Maragogipinho


A promoção de pré-lançamento do livro MARAGOGIPINHO: VOZES DO BARRO oferece 30% de desconto no preço do livro, dedicatória da autora e outros benefícios. Além da possibilidade de ajudar a doar parte da edição para a própria comunidade retratada na publicação.


O livro MARAGOGIPINHO: VOZES DO BARRO reproduz a tese de doutorado de Sonia Carbonell Alvares, apresentada em 2015 à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Ele traz uma observação acurada do universo da cerâmica no povoado de Maragogipinho, Bahia. Mostra seus mestres e mestras do barro, protagonistas dessa expressão do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Mostra também como eles detêm e socializam conhecimentos que perpassam gerações, saberes tecidos em práticas de ensino não sistematizadas e nem legitimadas pelas culturas hegemônicas.


A educação artesanal que permeia a cultura da produção da cerâmica está fundada na ancestralidade, na repetição e na invenção, no constante diálogo entre a tradição e a emergência da modernidade. Novas formas de criação e antigos segredos de ofício se misturam, numa tensão permanente entre transformação e conservação. O artesão e a artesã vivem seu legado cultural e o mantêm vivo, reinventando-o e atualizando-o. Essa herança conserva a conexão com o passado, mas se reveste de novos símbolos e significados no presente para fortalecer a identidade dos autores e de suas comunidades e para dar sentido ao futuro.



Formato: 21 x 21 cm, 320 páginas, 130 fotografias coloridas


Sobre a autora


Sonia Carbonell Alvares já foi bailarina, atriz, sorveteira, auxiliar de escritório, artesã, pesquisadora, ceramista e educadora. Sua iniciação acadêmica e profissional se deu pelo teatro e até hoje continua a acreditar que a natureza coletiva do teatro faz dele a linguagem artística mais solidária.


Arte-educadora há quase 30 anos, deu aulas para crianças, adolescentes, professores e coordenadores. De todos, o público com quem mais gostou de compartilhar a sala de aula foi o da Educação de Jovens e Adultos. Durante muito tempo, atuou como professora de Artes Visuais e Teatro para adultos no curso supletivo do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Na maturidade, descobriu o barro como mestre e com ele tem se formado.

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