99 histórias (Sergio Papi)

Neste livro, Sergio Papi dá continuidade às suas viagens atemporais, explorando o fantástico junto ao prosaico, sua marca registrada, onde o horror se mistura ao humor. E a sinceridad e ao cinismo. Fala da brutalidade humana, da manipulação e coisificação do homem, sempre misturando ciência e magia, que trata como irmãs siamesas. O objetivo do autor é criar impacto, impressionar e demonstrar como o texto se presta, com precisão matemática e cabalista, a traçar a viagem inevitável ao destino: o fim. O fim do livro e da existência, breve demais como o voo de borboleta no jardim, entre flores que em um instante fenecerão. É a busca desse instante, antes do instante passado e depois do instante futuro. O instante simplesmente, o voo da borboleta.

 

14 x 21 cm

188 páginas

99 histórias (Sergio Papi)

REF: 978-65-86265-10-1
R$ 60,00Preço
  • Sérgio Papi é uma autor fantástico e maldito: a crítica e o mercado-bolha têm sido impermeáveis aos seus múltiplos talentos líquidos, certos e incontidos. Flamenguista de nascimento, apesar de parido e criado em Botafogo, mudou-se sozinho para São Paulo na juventude. Cursou o Colégio Equipe, onde foi diretor Diretor Cultural do Grêmio.  Nessa função, participou da organização de grande parte dos memoráveis shows promovidos na quadra do colégio, que tornaram conhecido seu xará Groisman, hoje pertencente à TV Globo.

    Antes disso, Sérgio Papi é filho de dona Irene Papi, já falecida, uma das organizadoras da "Passeta dos 100 mil", no mesmo 1968 que não terminou, e protagonista do capítulo " A mãe" no livro "O que é isso, Companheiro?" de Fernando Gabeira. Sergio teve dois irmãos, também falecidos: Ludi e André Papi, advogada e fotógrafo, importantes militantes na luta contra a ditadura militar instaurada em 1964.

    Trabalhou em jornais e agências, sempre como designer gráfico. Também foi um dos editores de três importantes publicações: "Almanaque 80", "Katalok", e "Atlas" em que participaram dezenas de importantes (e, então, quase incógnitos) artistas de sua geração, como Nuno Ramos e Arnaldo Antunes. Entre 1989 e 1995, foi o responsável pela reedição em fac-símiles dos três Almanaques do Barão de Itararé. Em 2014, publicou seu primeiro livro de contos  "Depois de destruída, à Terra" (Folio Digital). 

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